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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Considerando que ...



 Há muito, a inspiração abandonou este velho blogueiro, uma viagem de 40 dias à Europa está chegando e o baixo número de pageviews, o re-Patriated vai dizendo adeus ...

Agradeço aos fiéis leitores a atenção dispensada até agora e informo que, para não deixar os frequentadores "mãos peludas" órfãos, programei posts de Muguegada até o dia 10 de março.

The end, fin, Fim.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

E, enquanto os frozen derretem ...

Images by Portal Terra

Em Tempo:

TODO ANO A MESMA PIADA! – De quem é a culpa pelas enchentes, segundo a Folha de São Paulo 
 Via quantotempodura





quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

sábado, 25 de dezembro de 2010

Ho, ho, ho!

via @SeoCruz

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

EuroStar Chaos!

Para quem pensa que tumultos, cancelamentos e filas nas viagens de final de ano são exclusividade brasileira, uma amostra de como as coisas estão na Europa, desde a estação St. Pancras International em Londres, de onde saem os TGV's para Paris: 


domingo, 5 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cuidado: vão tentar transformá-lo em Bin Laden


Ao abrir a Caixa de Pandora com os fantasmas do Serviço de Inteligência e Departamento de Estado da "América", Julian Assange e sua equipe de hackers e colaboradores iniciam um combate contra a concentração na produção do noticiário – na maioria das vezes, e no Brasil, em particular, apenas atendendo a interesses das grandes agências – levando a um fenômeno que o Secretário Nacional de Comunicação, Franklin Martins, apelidou de "efeito pedra no lago" (quando ondas concêntricas se formam num determinado ponto e se expandem em direção à margem). Por isso, Assange diz que documentos, como os que foram vazados nos últimos dias pelo Wikileaks: “São a coisa mais importante que eu já vi”. Senhoras e senhores, estamos diante do fato mais relevante da história contemporânea, e que deve ser determinante para o fim da hegemonia política do Império Estadunidense. Um processo irreversível de transparência, graças ao poder e alcançe da rede mundial de computadores. É um atalho importante entre notícia e versão, maior dilema do jornalismo quando em busca da "verdade".

Preparem-se amigos, porque nos próximos anos nosso planeta viverá fortes emoções! Isto é, se antes não botarem as mãos "sujas" de sangue em Assange e sua turma.

sábado, 20 de novembro de 2010

Carta à Luiz Carlos Prates


Nota re-Patriated: Para quem não sabe do que se trata, Luiz Carlos Prates é um brilhante comentarista da RBS/SC. Suas colocações são como a cor de seus cabelos. Negro intenso.
Para entender:


Caro Sr. Luiz Carlos Prates,

Me chamo Plínio, sou professor de História e, como tantos outros das camadas mais baixas da sociedade, consegui comprar um automóvel nos últimos anos devido à facilidade de crédito implantado pelo governo Lula. Assim como tantos outros, adquiri um carro popular, já com 4 anos de uso e sem qualquer acessório que produza maior conforto ou coisa do tipo.

Porém, gostaria de relatar algo que o Sr. provavelmente não sabe, ou tenta evitar saber, ao expor seus comentários ao vivo na TV. Da mesma forma que o governo do presidente Lula me permitiu adquirir um carro popular, também me permitiu continuar meus estudos. Durante este governo, graças aos investimentos em educação e apoio à pesquisa, foi possível a uma pessoa como eu, vinda de família pobre e do interior do estado de Minas Gerais, fazer o mestrado e hoje cursar o doutorado numa instituição pública federal de ensino superior.

Mais ainda, Sr. Luiz Carlos Prates, este mesmo governo me permitiu ascender socialmente e obter estabilidade ao ampliar as instituições de ensino comprometidas com a oferta de cursos técnicos e superiores, como as Universidades e os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, numa das quais hoje sou professor efetivo. Foram inúmeros concursos e a efetivação de milhares de docentes e técnicos nestas instituições. E é exatamente sobre este aspecto que gostaria de avançar na minha discussão.

O Sr. afirma que este governo permitiu a quem “nunca tinha lido um livro” adquirir um carro através do crédito fácil. Porém, esquece-se o Sr. de mencionar que este governo “espúrio” investiu mais em educação do que qualquer outro. Este mesmo governo deu acesso às camadas mais baixas da população aos bancos das universidades e permitiu a diversos jovens estudarem e terem uma profissão ao ampliar as escolas técnicas por todo país.

Não, Sr. Luiz Carlos Prates, estas pessoas que compram carros hoje não são tão “miseráveis” e “desgraçadas” quanto o Sr. pensa. Pelo contrário, estas pessoas compreendem melhor a sociedade em que vivem e os grandes ganhos que tiveram nos últimos anos.

Não, Sr. Luiz Carlos Prates, estes indivíduos não passeiam de carro para amenizar os conflitos entre maridos e esposas. Estes indivíduos saem para celebrarem, juntos, a felicidade de uma nova vida que se constrói. Não são pessoas frustradas, pelo contrário, são indivíduos REALIZADOS. Na verdade, frustrada é a elite que sempre teve este país nas mãos e que agora não consegue aceitar que as camadas mais pobres ascendam e passem a ter acesso àquilo que era tido como exclusividade dos grupos privilegiados economicamente.

Não, Sr. Luiz Carlos Prates, os acidentes nas rodovias não acontecem por causa destes “miseráveis” e “desgraçados”. São diversos os motivos dos acidentes, entre eles, o excesso de velocidade daqueles que podem adquirir os modelos de automóveis mais luxuosos e velozes e que, mesmo com toda a tecnologia de seus carros, também não conseguem “vencer as curvas” e outras barreiras que possam aparecer – entre elas, veículos de indivíduos inocentes.

Por fim, caro Sr. Luiz Carlos Prates, gostaria de informar-lhe que consegui trocar de carro. Ainda circulo por aí, nas tão movimentadas estradas do país, com um automóvel popular, mas já mais novo e com algum conforto a mais que o primeiro. Eu, minha esposa e minhas lindas filhas estamos felizes com o nosso automóvel, com a nossa casa ainda alugada e com as viagens que podemos fazer. Espero que o Sr. reflita sobre o quão preconceituoso e desvinculado da realidade foi o seu comentário que ganhou repercussão por todo o país.

Sem mais, despeço-me aqui. Um cordial cumprimento deste homem proprietário de um humilde carro popular comprado graças ao crédito fácil com parcelas a perder de vista, mas feliz.

Guanhães/ MG, 19 de novembro de 2010.

Plínio Ferreira Guimarães

sábado, 13 de novembro de 2010

Think about ... (via Twitter)


 If people from Poland are called "Poles," why aren't people from Holland called "Holes?

10.000 pageviews!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Temos todos um novo papel a cumprir

Por Eduardo Goldenberg, via Buteco do Edu

Sacramentado o resultado das urnas, eleita Dilma Rousseff para governar o Brasil pelos próximos quatro anos, derrotado o modelo neo-tucano-liberal, vitoriosa a verdade sobre a mentira e a calúnia, creio que temos todos uma certeza solidificada: a grande rede teve papel fundamental na vitória. Não se trata de supervalorizar nossa atuação (e refiro-me aos chamados "blogueiros sujos" e aos usuários do twitter que, incansavelmente, trocavam o dia pela noite em prol do bloqueio da onda de ódio e de inverdades propalada pelos oponentes). Mas simplesmente de afirmar o óbvio: cada blogueiro e cada blogueira teve papel importante na campanha, atuando, inclusive, como parte de uma espécie de conselho informal a orientar o comando da dita campanha eletrônica. Os responsáveis pela campanha do PT na grande rede dormiram muito no ponto, comeram muita mosca, e a militância foi fundamental para que as coisas tomassem o rumo certo na hora certa. Não por acaso sentimo-nos todos homenageados e representados no domingo quando o ator José de Abreu chorava no palco, atrás de Dilma Rousseff, comemorando a vitória depois de semanas estressantes, desgastantes e de muito trabalho. Não era apenas o Zé de Abreu que estava ali (o MarcosOvos, o ZéBigorna, alguns de seus condinomes no twitter), éramos todos nós.

E terminada a campanha temos de ter outra certeza: chegou a fim a campanha eleitoral e com ele incia-se outra tão grave e tão urgente quanto... Uma campanha para o pleno restabelecimento da democracia lato sensu. É preciso fazer baixar a poeira da campanha e suas imposições posturais, e dou exemplos: sabemos todos que candidato que não vai à Igreja fazer pose de cristão não se elege, saibamos disso; candidato que defende a discriminalização do aborto de forma incisiva não se elege, saibamos disso; candidato que isso, candidato que aquilo... enfim... há uma fórmula a ser seguida e que é preciso ser diluída após as eleições. O Brasil não precisa de uma boa-moça no comando, o Brasil precisa de uma pessoa firme, comprometida com o bem-estar dos brasileiros e estamos, nesse ponto, em boas mãos. Mas é preciso, em paralelo, exatamente como fizemos durante a campanha, comprar as brigas certas para evitar o mal maior - e passo a explicar.

Na terça-feira passada conversei com meu mano Luiz Antonio Simas. Brasileiro máximo, eleitor de Dilma Rousseff, meu irmão fechou os olhos (com extrema sabedoria) para os salamaleques marqueteiros que impuseram uma postura cristã na candidata eleita. Simas é preto, é africano, cultua os orixás, os encantados, e ele me dizia, comovido, que estava determinado a disparar uma campanha para defender aquilo que sempre é (e foi, é claro) omitido em época de campanha eleitoral: o candomblé, a umbanda, a encantaria, o Brasil mais profundo e mais caboclo, mais mestiço e mais bonito. Ou alguém acha que um candidato, posando ao lado de uma mãe-de-santo, dentro de um terreiro, se elege para algum cargo público?! Mas é preciso fazer correr o Brasil que há uma legião imensa de gente que se comove, mais por poesia do que por fé (como nos disse, certa feita, o próprio Simas), com esses troços tão presentes e arraigados na cultura brasileira. E por aí a fila tem que andar.

Tenho lido, pela grande rede, que todos têm esse mesmo desejo: o de unir forças, cada um com a sua fatia do bolo, em prol da disseminação da democracia, em prol da verdade, em prol da revisão da História, em prol de mais informação para mais gente a fim de que enterremos, aos poucos, a pretensão de quem pretende o poder pelo viés da mentira, do engodo e do sufocamento das (ditas) minorias.

O que me toca - eis o que quero lhes dizer desde o início - é o seguinte: tenho verdadeira ojeriza ao mau gosto. Mais que isso, preocupa-me demais um movimento que começa a pôr as mangas de fora e que tem nascedouro - eis o que é muito impressionante e preocupante! - numa juventude que está, aí, em sua grande maioria, na casa dos 15 aos 25 anos. Uma juventude que une-se, em pensamento e em ação, a uma parcela mais velha da população brasileira e que denota um vácuo gigantesco a exigir pulso firme do Ministério Público e de nós. O Ministério Público valendo-se de suas prerrogativas para exigir a punição dos excessos e nós exercendo o poder de fazer ecoar as nossas vozes capazes de tornarem públicas as barbaridades que estão correndo por aí. Vamos aos fatos.

O jornalista Paulo Henrique Amorim publicou, ontem, aqui, uma história arrepiante: estudantes paulistas lançaram mão do movimento SÃO PAULO (SÓ) PARA PAULISTAS. Pregam, os fascistas, o extermínio e a expulsão de imigrantes (nordestinos precipuamente) de São Paulo. Algo como fez a estudante de Direito, Mayara Petruso, que sugeriu aos paulistas o extermínio de nordestinos. Discordo frontalmente de um sociólogo da USP que diz que a jovem de idéias lastimáveis não pode ser transformada em bode expiatório, vejam aqui. Penso que pode e penso que deve. Somente com punições exemplares daremos um basta em movimentos como este. E tem mais...

Um sujeito que assina Mauro Freire, no twitter, disse o que disse como prova a imagem abaixo...       


O quê esperar disso? Quantas provas temos de que movimentos calcados no ódio se transformaram em movimentos que geraram as piores páginas da história da humanidade? O quê esperar de uma geração que desconhece por completo o que foi a ditadura militar no Brasil? O que esperar de uma pessoa (que não merece sequer ser chamado de "gente") que deseja o que deseja esse tal de Mauro Freire? O mesmo - guardadas as devidas proporções - que desejou Martistela Bairros Schmidt - vejam aqui. O mesmo que fez o Deputado Federal reeleito - por eleitores da mesma estirpe - Jair Bolsonaro, que continua por aí, solto, mesmo depois de dizer "o grande erro foi torturar e não matar" - vejam aqui.


Nada disso pode ficar impune, e somos todos capazes de exigir a punição dessa escória.

Quando Dilma Rousseff, ex-guerrilheira, subir a rampa do Planalto e for reverenciada pelos chefes das Forças Armadas, as mesmas que protagonizaram prisões e torturas - que a vitimaram - no Brasil, estaremos - é fato - virando uma importante página de nossa História. E começando a escrever outra.

Nós, agentes da grande rede, temos de reescrevê-la também. Eu - isso eu garanto a vocês - estou fazendo a minha parte.

Até.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

sábado, 30 de outubro de 2010

Coincidência? Sabotagem?

Nada disso. Serviço privatizado de péssima qualidade e falta de investimento, apesar da promessa de qualidade, carro chefe da teoria do estado mínimo. As tarifas, contudo, são de primeiro mundo!  Esse é o mundo perfeito da Tucanalha.

Por conta de variações de voltagem ocorridas ontem, na região onde moro, em São Paulo, numa manhã de sol e sem qualquer desculpa "natural" para o evento. Resultado, meu computador, minha ferramenta de trabalho e "motor" do Re-patriated foi para o saco, torrou!

Assim, enquanto o que sobrou do equipamento (se é que sobrou algo) está na UTI, fica difícil postar. Por vários fatores; o arquivo da Muguegada está preso no antigo HD, no aparelho que agora escrevo, não há Office nem Photoshop instalado e, talvez o motivo principal, estou sem tesão nenhum pra ficar na frente de um pc lento.

Mas não poderia ficar sem fazer a devida homenagem à empresa que queimou meu computador:


A dedada da AES Elatropaulo vai hoje, a da tucanalha privadista será dada com todas as honras de estilo amanhã, nas urnas de todo o país! VAI DILMA!


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ah, as escolhas ...


O que era uma coisa corriqueira se transformou em uma dádiva. Depois de três meses longe da minha filhota, hoje ela está aqui, dormindo calmamente. Nada de ficar lamentando a ausência, a ordem é aproveitar o momento!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dia das Crianças ...

O Vinicius não está comigo nesse feriado. Mas isso não faz muita diferença, já que ele cresceu. É um adolescente e não comemora mais ...


A Valentina adoraria comemorar e ganhar presentes,  mas está mais longe ainda. Ficará pertinho por alguns minutos, na tela do computador, como fica todos os dias ...


Feliz dia das crianças! e obrigado, Skype!

sábado, 2 de outubro de 2010

4.3.2.1.

Como escrevi, ainda nos tempos do expatriated, quando da estréia do filme 4.3.2.1.; Em dois anos em Londres, o único trabalho que arrumei foi a figuração em um filme.

Pois é, hoje lembrei e começei a assistir a película. Confesso que foi mais pela curiosidade de saber se eu aparecia no fundo em algum momento ou não, já que a estória ... bom, deixa pra lá.

Qual não foi minha alegria ao ver que figurei em vários momentos, completamente fora de sequência, na verdade. A coordenação de Stunts enchia o saco, reclamava todo o tempo e o resultado saiu nas coxas! Claro que isso é irrelevante e não pode ser notado pelo público.

Bom, mas vamos ao que interessa, ou melhor, me interessa. Fui, vi e apareci, ou pelo menos, consegui me exergar!

O início

caminhando & telefonando

mais perto ...

a mocinha que atrapalha meu quase close é sobrinha da Julia Roberts

último ato, saindo de cena